Bem vinda,

Embaixadora

VALORES
Em que acreditamos?

Acreditamos que as deficiências são parte da diversidade humana.
Isso significa que pessoas com deficiência não são “menos” e nem incompletas. Tampouco são anjos, especiais, ou coitadas.


Acreditamos que toda pessoa tem valor independente de cor, gênero, orientação sexual, ou deficiência.
E todas devem ter seus direitos civis respeitados. Somos parceiros da luta anticapacitista, antirracista, antimachista e antilgbtfóbica.


Acreditamos que o problema não é a deficiência, mas as barreiras existentes na sociedade, a falta de políticas públicas e de apoio às famílias.

Acreditamos que as políticas públicas para pessoas com deficiência devem seguir a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU e a Lei Brasileira de Inclusão. Isso significa, inclusive, que defendemos que os recursos do Estado devam ser investidos na inclusão escolar, revisão da grade curricular educacional e na capacitação dos educadores. Entendemos a importância atual das escolas especializadas, mas acreditamos que deve-se investir na inclusão para que, no longo prazo, não precisemos mais de escolas separadas.


Repudiamos terapias e/ou tratamentos degradantes, que atentem contra a saúde física ou mental da pessoa com deficiência em qualquer idade;
Isso inclui tratamentos experimentais, sem comprovação científica sólida, com potencial de causar danos físicos, ou até terapias reconhecidas que, quando mal aplicadas, possam atentar contra a saúde mental da pessoa com deficiência. Prezamos pela autonomias e plenitude de cada um, enquanto pessoas na sociedade.  


Repudiamos a idealização e a despersonificação de mães e de pessoas com deficiência;
Pessoas com deficiência e suas mães/cuidadoras são pessoas. Não são especiais, ou anjos, nem possuem poderes. Precisam de suporte da família, da sociedade e do Estado.


Não toleramos qualquer perda de direitos;
Isso significa que iremos nos opor a qualquer dirigente municipal, estadual ou nacional que atente contra os direitos que estão previstos em Lei pela Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU e a Lei Brasileira de Inclusão, independente de partido político.


Somos comprometidas com a luta anticapacitista;
Pessoas com deficiência não precisam só de saúde e assistência social. Como cidadãos completos, têm direito ao lazer, à cultura, ao emprego, à vida em sociedade, bem como à vida sexual, à gerência sobre o próprio corpo e incentivo à autonomia.

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