#poenorotulo

Seu filho é autista e faz a dieta sem glúten e caseína? Ah, você também retirou o glutamato e os corantes? Você passa raiva ao olhar os rótulos dos produtos e não achar informações claras sobre a presença desses ingredientes? Pois então você precisa ler o guest post de hoje!

A Cecília Cury – mãe super especial que conheci em um grupo do Facebook – é a principal articuladora da campanha #poenorotulo. E ela explica, nesse texto, a importância de batalharmos por mais transparência na indústria alimentícia! Leia, compartilhe e apoie essa ideia!

#POENOROTULO

Pessoas com alergia alimentar e seus familiares vivenciam uma serie de dificuldades ao buscar produtos no mercado. Como lidar com rótulos com letras tão pequenas e pouco informativas em se tratando especificamente de alergia?

Nomes complicados, letra pequena, nenhuma informação sobre traços, que são resquícios de ingredientes (alérgenos) que ficam na linha de produção quando há compartilhamento com outros produtos…  

Em virtude de um desafio constante em nossas vidas, no fim de fevereiro, foi criada uma campanha que se chama #poenorotulo , que tem por objetivo garantir a rotulagem de alérgenos.

Há países que preveem a obrigatoriedade do destaque de alérgenos nos rótulos, como forma de se reduzir número de acidentes por erro na leitura dos rótulos (Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão, além da União Europeia).

Contudo, no Brasil, apesar de haver uma lei sobre rotulagem do glúten, importante informação para os celíacos, não há nada que obrigue a informação sobre alérgenos nas embalagens dos produtos.  

Fato é que, sem uma obrigatoriedade, os rótulos não são sempre confiáveis, o que acaba resultando em medo de consumir, quando não em reações pela presença inadvertida de alérgenos, em alguns casos.  


Até a Lola aderiu à campanha!


Assim, sem esse tipo de informação, o dia-a-dia dos alérgicos é bastante complicado e com inúmeras restrições. Uma ida ao mercado pode levar horas, pois é necessário verificar as embalagens uma a uma, decifrando as minúsculas letras, interpretando termos complexos a fim de identificar se há alérgenos.

E, como nem sempre as informações são claras e confiáveis, ainda é necessário buscar informações junto aos fabricantes através dos serviços de atendimento ao consumidor.  

Mas o que se pretende rotular? Seguindo a experiência internacional, busca-se que haja a rotulagem dos ingredientes responsáveis por cerca de 90% das reações alérgicas, segundo dados norte-americanos: leite, soja, ovo, cereais que contém glúten, peixe, crustáceos, amendoim e oleaginosas.  

As consequências da falta de informação podem variar de simples coceiras e espirros até anafilaxia, insuficiência respiratória/cardíaca, entre outras reações graves, podendo levar à morte em alguns casos.

Gostaríamos de contar com apoio na divulgação dessa causa que pode beneficiar milhares de pessoas, não só alérgicas, mas também os celíacos, que também têm lutado por melhor rotulagem dos traços de glúten, intolerantes à lactose, veganos, autistas que controlam a ingestão de glúten e de caseína, e todos os que se preocupam com a saúde e com o que estão ingerindo.  

Por tudo isso, pedimos seu apoio na divulgação da campanha #poenorotulo, que será de grande importância para que se alcance um número muito maior de pessoas, e assim, conscientizar a sociedade dessa necessidade e conseguir mudar essa situação.  

Obrigada pela atenção!

Cecilia Cury


Cecilia Cury é a idealizadora da campanha #poenorotulo


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